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São 108 lugares: praias, cachoeiras, trilhas e ilhas, com as dicas que só morador sabe. Carimba onde tu já foi e descobre quanto de Ubatuba ainda falta.
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Carimbo é palavra de viajante: cada um marca onde já pisou. Carimbo dourado ✨ é conquista de verdade, dada por mim, e desempata.
O lado mais preservado e selvagem de Ubatuba. Praias desertas, vilas de pescador e a famosa Ilha das Couves.
Foto: Bianca Manuela Lúcio Arcanjo · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsPraia de tombo, ondas fortes que quebram pertinho da areia. É reduto de surfista, não de quem quer boiar tranquilo.
Dica do Renan: Se você surfa e já tem traquejo, vem. Se é pra levar a família pro raso, essa não é a praia — vai pro Alto ao lado.
⚠️ Atenção: Correnteza forte e mar de tombo. Não é praia pra banho relaxado nem pra criança.

Pequena e tranquila, do lado da Vermelha do Norte. Mar mais manso, clima de cantinho escondido.
Dica do Renan: Boa pra fugir do agito da Vermelha logo ali do lado e curtir um sossego.

Uma das praias de surf mais famosas do Brasil, com quase 2 km de areia. O rio deságua num canto, deixando aquela parte rasa e calma.
Dica do Renan: O canto do rio é o point das famílias com criança. O resto da praia é pros surfistas. Dá pra todo mundo na mesma praia.
Teu nome escrito na areia, revelado pelo drone lá de cima. O vídeo vira esse carimbo.
Poucas datas por temporada · Edição Verão 2027 · 8 vagas
✓ Tu tá na lista. Te aviso primeiro.
Foto: Gilmara · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsPraia completa: o canto direito é calmo e raso (família), o resto pega onda (surf). E ainda é porta de entrada pra duas joias escondidas.
Dica do Renan: Do canto esquerdo sai a trilha pra Praia das Conchas; do direito, pra Prainha do Félix. Reserva um tempo pra explorar.

Forrada de conchinhas, água transparente e cheia de pedras — um aquário natural pra colocar o snorkel. Acesso por trilha do canto do Félix.
Dica do Renan: Leva tudo o que vai precisar (água, lanche): não tem estrutura. E traz teu lixo de volta, a praia é preservada.

Pequenininha, escondida atrás de uma trilha curta sobre as pedras do canto direito do Félix. Água azul-esverdeada cristalina, point de mergulho.
Dica do Renan: Acesso é sobre pedra, então não é a ideal pra quem tem dificuldade de locomoção ou criança bem pequena.
Foto: Agent010 · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsTem os dois mundos: o canto do rio pega onda (surf) e o canto esquerdo é mais calmo. Bem na beira da Rio-Santos, fácil de chegar.
Dica do Renan: Aproveita que tá ali do lado e emenda a Cachoeira do Prumirim e um passeio rápido pra Ilha do Prumirim.

Deserta, sem estrutura nenhuma, daquelas que você quase tem só pra você. Acesso por trilha pela região do Prumirim/Puruba.
Dica do Renan: Pra quem curte o silêncio e o "modo natureza". Leva tudo, não tem nada lá.

Selvagem e preservada. Pra chegar na faixa boa de areia você atravessa o Rio Puruba — parte da graça do lugar.
Dica do Renan: Confere a maré antes: com a maré mais cheia a travessia do rio muda. Vai de manhã pra aproveitar melhor.
Mar tão parado que parece piscina. Visual selvagem, pouca gente, água transparente.
Dica do Renan: O acesso depende da maré. Vai na maré baixa que fica muito mais fácil — e a "piscina" fica perfeita.
Foto: DeyvesMartins · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsExtensa, sossegada, mar calmo e areia compacta. Lá do fundo você vê as ilhas (Couves e Prumirim) no horizonte.
Dica do Renan: É um dos pontos de onde saem barcos pra Ilha das Couves. Boa base pra um dia de família + passeio de ilha.

Mar calmo, vila de pescadores, clima de fim de mundo bom. A estradinha de acesso é estreita e sinuosa, com mirantes lindos no caminho.
Dica do Renan: Em julho rola a Festa do Camarão por aqui. E daqui também saem barcos pra ilha — confere na hora porque é mais comum na alta temporada.

Águas cristalinas o ano todo, perfeita pra stand-up paddle, caiaque e snorkel. Vila de pescadores, super tranquila.
Dica do Renan: Daqui sai a trilha pra Praia Brava da Almada (uns 30 min, íngreme mas segura). Vale o esforço pra ver uma praia deserta.
Foto: Gustavo Asciutti · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsSelvagem, deserta, dentro de área de parque. Pico de surf pra quem topa a caminhada até lá.
Dica do Renan: Dá pra chegar pela trilha do Engenho (mais fácil) ou pela Praia da Fazenda.
ℹ️ Regras / pode variar: Pela Praia da Fazenda, o acesso é só com monitor ambiental do Núcleo Picinguaba. Confirme as regras e o agendamento com o parque.
Foto: Rodrigo.Argenton · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsMais de 3 km de areia escura e mar calmo, totalmente preservada — nada de quiosque ou construção. Cenário puro de Mata Atlântica encontrando o mar.
Dica do Renan: Perfeita pra uma caminhada longa, corrida ou SUP. Leva água e lanche e traz teu lixo de volta.
ℹ️ Regras / pode variar: É a sede do Núcleo Picinguaba (parque estadual). Tem visitação organizada e taxa que pode variar — confirme na hora.
Foto: Paul Keller · CC BY 2.0 · Wikimedia CommonsVila caiçara e de pescadores preservada, das mais charmosas do litoral norte. Mar calmo, barquinhos coloridos, vida simples.
Dica do Renan: É o principal ponto de saída pra Ilha das Couves — e o mais em conta. Travessia rápida, dá pra ir e voltar no dia.
Foto: Paul R. Burley · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsA última praia antes de Paraty. Vila rústica, mar tranquilo, sombra de amendoeiras. Clima de roça com mar.
Dica do Renan: Daqui saem trilhas: pra Cachoeira dos Sete Poços (esquerda) e pra Praia Brava do Camburi (direita). O acesso passa pelo Quilombo do Cambury.
Pico de surf escondido depois de uma trilha puxada. Selvagem de verdade, pra quem curte aventura.
⚠️ Atenção: Trilha íngreme e escorregadia. Vai de tênis, com cuidado, e evita em dia de chuva.
Foto: BETH LEME · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsPraia tranquila do norte, vizinha de Ubatumirim e Almada. Mar calmo, pouca gente, clima de cantinho de pescador.
Dica do Renan: É um dos pontos de onde dá pra fechar barco pra Ilha das Couves — mais comum na alta temporada. Confere na hora, que varia.
Cantinho colado no Prumirim, mais reservado. Mar calmo, bom pra quem quer sossego ali do lado da agitação do Prumirim.
Dica do Renan: Daqui também saem barcos pra Ilha do Prumirim. Dá pra juntar praia + ilha no mesmo passeio.
Rústica e desabitada, entre o Perequê-Açu e a Vermelha do Norte. Pra chegar você atravessa o Rio Indaiá — fica linda na maré seca.
Dica do Renan: Confere a maré antes (a travessia depende dela). Daqui sai trilha pro Saco da Mãe Maria e pra Vermelha do Norte.
Praia preservada na região de Picinguaba, dessas de mata fechada encontrando o mar. Selvagem de verdade.
ℹ️ Regras / pode variar: Fica em área de parque e o acesso costuma ser por trilha com monitor do Núcleo Picinguaba. Confirme agendamento e regras antes.
Escondida depois de uma trilha a partir de Itamambuca, parte na mata fechada, parte pela costeira. Selvagem, com ondas pesadas — point de surf raiz.
⚠️ Atenção: É apontada como uma das praias mais perigosas de Ubatuba: mar de tombo forte e trilha exigente. Só pra quem tem experiência. Vai de tênis e evita em dia de chuva.
Cantinho escondido lá pros lados do Ubatumirim e da Justa. Quem conhece chega nadando ou de stand-up partindo da Justa.
⚠️ Atenção: Acesso por mar/trilha e sem estrutura. Só vá com preparo e o mar bom.
Praia exclusiva e pouco conhecida, na região do Léo e da Ilha do Prumirim. Daquelas pra ver o sol nascer sem ninguém por perto.
Dica do Renan: Combina num passeio de SUP saindo do Léo, junto com a Ilha do Prumirim e a Praia do Izidoro.
Vizinha da Praia do Meio, no mesmo circuito exclusivo perto do Prumirim. Reservada, pra quem gosta de praia vazia.
Dica do Renan: Mesma pegada do Meio: melhor de SUP, caiaque ou barquinho, com o mar tranquilo.
Uma das mais bonitas do Núcleo Picinguaba. Chega-se por trilha a partir da Praia da Fazenda, no meio da Mata Atlântica preservada.
ℹ️ Regras / pode variar: Fica dentro do parque estadual. O acesso costuma ser por trilha com monitor do Núcleo Picinguaba — confirme agendamento e regras antes.
Praia secreta e paradisíaca do lado norte, dessas que pouca gente conhece. Pra chegar é trilha e disposição.
Dica do Renan: Leva tudo o que precisar e traz o lixo de volta — não tem estrutura nenhuma. Recompensa garantida pra quem caminha.
História curiosa: ela nem existia. Se formou depois de chuvas fortes que empurraram sedimento e criaram uma faixa de areia avermelhada e grossa. Tem até uma cachoeira que cai direto no mar.
Dica do Renan: Dá pra chegar pela costeira da Grosa/Camburizinho ou de barco saindo do Camburi. Programa pra quem curte o diferente.
Canto rústico e isolado entre o Perequê-Açu e a Vermelha do Norte, no caminho da trilha que liga a Barra Seca.
Dica do Renan: Programa de exploração leve, junto com a Barra Seca. Confere a maré e leva tua água.
Nenhuma praia desse perfil nessa região. Tenta outro filtro 🤙
Onde tá a estrutura: comércio, restaurante, vida noturna. Poucas praias, mas é a base de muita gente — e de onde saem as escunas.
Foto: DeyvesMartins · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsPraia urbana, rasa, com guarda-vidas e parquinho. Onda "gorda", boa pra quem tá começando no surf ou no SUP.
Dica do Renan: Aqui ficam o Terminal Turístico, a base dos guarda-vidas e o Instituto Argonauta.
⚠️ Atenção: Nem sempre a água está própria pra banho (é área urbana). Confere a placa de balneabilidade antes de entrar.
A orla do centro, com o Farol do Cruzeiro e o atracadouro. Mais lugar de passeio e pôr do sol do que de banho.
Dica do Renan: Bom pra um fim de tarde caminhando na orla e ver os barcos voltando.
Foto: Junior Oliva · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia CommonsO centrão turístico: shopping, restaurantes, hotéis. É daqui que saem a maioria das escunas (Anchieta, Couves, Prumirim).
Dica do Renan: Mesmo que não vá pro mar aqui, vale pelo Projeto TAMAR e pelo Aquário de Ubatuba, que ficam nessa praia.
⚠️ Atenção: Boa parte do ano a água não fica própria pra banho. Use mais como base de passeio.
Nascer do sol numa praia vazia + piscina natural, fotografado por mim. Tua foto vira esse carimbo.
Grupo de até 6 casais por data · Edição Verão 2027 · 12 vagas
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Foto: Rsantoslucio · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsA mais animada do centro: quiosque, música, ambulante, gente. Faixa larga de areia e ondas boas pro surf intermediário.
Dica do Renan: Se você quer agito, comida e movimento, é aqui. Se quer sossego, foge dela na alta temporada.
Foto: DeyvesMartins · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsPequena mas das mais movimentadas. Tem três cantos com climas diferentes: surf, badalação e família.
Dica do Renan: O canto esquerdo é o mais calmo, ideal pra quem leva criança. O centro é a parte mais agitada.

Areia avermelhada e fofa, cercada de mata. Ondas tubulares fortes que quebram quase na areia — point de surfista raiz.
⚠️ Atenção: Mar de tombo perigoso, com correnteza. Não é pra criança nem pra banho tranquilo. Só pra surfista avançado.
Foto: Anderson Martins · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia CommonsDeserta e preservada, com mar cor de esmeralda e bem limpo — ótima pra snorkel. É comum ver tartaruga por aqui.
Dica do Renan: Não tem estrutura, leva tudo. E não confunde com a Praia do Cedro do Sul (essa fica lá na Trilha das Sete Praias).
Pouco conhecida e pouco visitada, escondida na região da Ponta Grossa. Beleza bruta, pra quem topa um acesso que não é dos mais simples.
⚠️ Atenção: Por ali ficam o Farol da Ponta Grossa e a Gruta das Andorinhas — a gruta é linda mas perigosa (descida de rapel). Só com quem conhece e equipamento certo.

Praínha pequena e reservada da região central de Ubatuba, num canto mais discreto perto do centro.
ℹ️ Regras / pode variar: Ainda tenho pouca informação confiável dessa aqui — confirme o acesso e a estrutura na hora. Em breve eu completo com vídeo. 🤙
Foto: Joalpe · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsOutra pracinha discreta da região central, daquelas que o turista comum nem repara que existe.
ℹ️ Regras / pode variar: Ainda tenho pouca informação confiável dessa aqui — confirme o acesso e a estrutura na hora. Em breve eu completo com vídeo. 🤙
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Onde tem mais praia e mais movimento. Do mar calmo do Lázaro ao agito de Maranduba, tem pra todo gosto.
Foto: Themium · CC0 · Wikimedia CommonsFamiliar, com boa estrutura de hotéis e quiosques. Pega uma onda boa pra surf, SUP e bodyboard, mas é mais tranquila que a Praia Grande.
Dica do Renan: Tem uma vista parcial da Ilha Anchieta. Boa pra quem quer estrutura sem o caos do centro.

Ampla, mar calmo e areia compacta, com alguns hotéis pé na areia. Bem familiar.
Dica do Renan: É um dos principais pontos de saída pra Ilha Anchieta. Boa base pra juntar dia de praia + passeio de ilha.

Conhecida pela escadaria, mar calmo e bonito, sem comércio na orla. Cantinho mais reservado ao lado da Enseada.
Dica do Renan: Daqui você tem uma vista bacana da Praia da Ribeira. Bom pra um sossego perto do centro.
Nascer do sol numa praia vazia + piscina natural, fotografado por mim. Tua foto vira esse carimbo.
Grupo de até 6 casais por data · Edição Verão 2027 · 12 vagas
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Foto: João D'Andretta · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsA enseada da marina, com o mar mais parado de Ubatuba. É o polo dos passeios de barco da cidade.
Dica do Renan: É daqui que sai a maioria dos barcos pra Ilha Anchieta, e também começa a Trilha das Sete Fontes.
Preservada, com comunidade de pesca tradicional. Chega-se por trilha (do Saco da Ribeira) ou de barco.
Dica do Renan: Bom programa pra juntar uma trilha leve com banho de mar tranquilo longe da multidão.
Foto: Rafael Vianna Croffi from São Paulo, Brazil · CC BY 2.0 · Wikimedia CommonsUma das mais tradicionais e queridas. Mar calmo, sem onda nem buraco — das melhores pra família, banho, SUP e caiaque.
Dica do Renan: O canto esquerdo é mais badalado (quiosque, música); o direito é mais tranquilo. Daqui também saem passeios pra Anchieta.
Foto: Rafael Vianna Croffi from São Paulo, Brazil · CC BY 2.0 · Wikimedia CommonsMar calmo e cristalino, areia fofa, cercada de mata. Um refúgio tranquilo e bonito, do lado do Lázaro.
Dica do Renan: Não tem quiosque — leva tua água, lanche e guarda-sol. Tem uma bica de água doce no canto direito.

Famosa mundialmente pelo skimboard (chega a sediar etapa de mundial). Abriga a Gruta que Chora, uma queda d'água na rocha.
⚠️ Atenção: Mar bravio e traiçoeiro, com histórico de afogamentos. Tem guarda-vidas — respeite a sinalização. Não é pra criança.
Foto: Carla404 · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia CommonsAmpla e longa, sem quiosque, com a água mais escura por causa do rio que deságua ali. Boa pra relaxar e caminhar.
Dica do Renan: O extremo esquerdo é a Praia da Barra. Vai com tudo na mochila porque não tem estrutura.
Foto: Carla404 · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia CommonsApesar do nome "vermelha", aqui o mar é calmo e tranquilo — nada a ver com as outras "vermelhas" de tombo. Procurada por famílias.
Dica do Renan: Sem comércio na orla, então leva o que precisar. Boa pra um dia de paz com as crianças.

Pequena e aconchegante, quase deserta fora da temporada. Clima romântico, entre o Saco da Ribeira e o Lázaro.
Dica do Renan: Fora de feriado/verão pode não ter quiosque aberto — então já vai abastecido.

Movimentada e com vários atrativos: recifes naturais, costeira bonita e as piscinas naturais do Pontão da Fortaleza, no extremo direito. Tem estrutura pro banhista e é uma das pontas da Trilha das Sete Praias.
Dica do Renan: A piscina natural do Pontão é ótima pra criança e pra um snorkel. Daqui também começa a famosa Trilha das Sete Praias.
Foto: Ivan Cintra · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia CommonsBoa estrutura de hospedagem e a outra ponta da Trilha das Sete Praias. Perto dela ficam ruínas históricas e uma cachoeira.
Dica do Renan: Vale conhecer as Ruínas da Lagoinha (casarão antigo tombado) e a Cachoeira Véu da Noiva, ali pertinho.
Areia fofa e alaranjada, praia de tombo boa pra surf e SUP surf. Faz parte da faixa contínua de areia com Maranduba e Lagoinha.
⚠️ Atenção: Mar de tombo: fica de olho na correnteza e prefira deixar a criançada nas praias calmas.
O polo do extremo sul: movimentada, badalada, com vida noturna. Muito frequentada por quem se hospeda em Caraguá.
Dica do Renan: Tem o Mirante de Maranduba com uma vista linda da baía. Se quer agito no sul, é aqui.
Foto: Eduardo Thomé · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsMar calmo o ano todo, ótima pra criança. Fica dentro do Quilombo da Caçandoca, o mais antigo do litoral norte.
Dica do Renan: A estrada de terra de acesso costuma ter buraco — vai devagar. No caminho dá pra conhecer o Castelo dos Arautos (visitação aos domingos).
Foto: Eduardo Thomé · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsVizinha da Caçandoca, pequena, tranquila e sem estrutura. É o início da Trilha do Saco das Bananas.
Dica do Renan: Pra quem quer combinar praia sossegada com uma trilhinha exploratória.
Cantinho tranquilo na rota de terra do extremo sul, vizinha da Caçandoca. Pouca gente, bom pra relaxar.
Dica do Renan: Junta com a Caçandoca num dia só de explorar o extremo sul mais selvagem.
Foto: Stela Madruga · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsPreservada e tranquila, na região da Trilha das Sete Fontes. Do lado fica o Flamenguinho, ainda menorzinho e mais reservado.
Dica do Renan: Ótima pra juntar uma trilha leve com um banho de mar longe da muvuca. Leva tua água e teu lanche.
Deserta e preservada, ao lado de Domingas Dias. O acesso mais comum é de stand-up paddle ou caiaque saindo de lá.
⚠️ Atenção: Só vá de SUP ou caiaque se tiver experiência e o mar estiver bom. Não é passeio pra iniciante.
Cantinho selvagem no extremo sul, na região do Quilombo da Caçandoca, no caminho da Trilha do Saco das Bananas.
ℹ️ Regras / pode variar: Área de quilombo e trilha — recomendo ir com guia local, que conhece o caminho e valoriza a comunidade.
Uma das praias desertas da Trilha das Sete Praias, no sul. Mata fechada, pouca gente, recompensa pra quem caminha.
Dica do Renan: O trecho perto do Cedro do Sul é o mais puxado da trilha (íngreme e escorregadio). Vai de tênis e sem pressa.
Foto: Fabiana America · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsO nome entrega: deserta, no meio da Trilha das Sete Praias. Daquelas pra sentar na areia e ouvir só o mar.
Dica do Renan: Sem nenhuma estrutura — leva tudo e traz teu lixo de volta. Programa de aventureiro.
Secreta e deserta, alcançada por uma caminhada a partir da Enseada. Daquelas pra fugir de tudo.
Dica do Renan: Leva água, lanche e teu lixo de volta — não tem nada lá. Programa de meio período bem tranquilo.
Foto: João Paulo Marques D'Andretta · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsFaz parte de um circuito de praias pouco conhecidas saindo da Enseada, junto com a Itapecerica e a Godói. Cantos desertos e preservados.
Dica do Renan: Bom pra encadear três praias vazias num passeio só. Vai de calçado bom e sem pressa.
Mais reservada, depois da Enseada, com a icônica Ilha de Pedra logo em frente. Visual de cartão-postal e pouca gente.
Dica do Renan: Dá pra chegar pela costeira a partir da Santa Rita. A Ilha de Pedra em frente é linda — mas inóspita, é mais pra admirar e fotografar.

Canto reservado na região da Enseada e dos Tupinambás. Tranquila e pouco movimentada.
Dica do Renan: Boa pra juntar com a dos Tupinambás num dia de explorar os cantos vazios perto da Enseada.
Pequena, de água bem limpa, na região do Saco da Ribeira. Ali do lado ficam a Codó e a Dionísia, que estão entre as águas mais cristalinas de Ubatuba.
Dica do Renan: Point tranquilo pra um snorkel. As vizinhas Codó e Dionísia valem a remada de SUP se o mar estiver bom.
Praia secreta na região do Lamberto e do Perequê Mirim, dessas que quase ninguém conhece.
Dica do Renan: Combina com o Lamberto e o Perequê Mirim num passeio só de cantos sossegados.

Praínha tranquila na mesma região do Lamberto e do Promontório. Clima de sossego.
Dica do Renan: Ponto bom pra um respiro longe das praias cheias do centro.
Praia secreta alcançada por uma caminhada a partir do Saco da Ribeira. Mais reservada ainda que o Flamengo, ali do lado.
Dica do Renan: Leva tudo, não tem estrutura. Recompensa pra quem encara a trilha: sossego e mar limpo.
Selvagem, na costeira da Fortaleza — uma das mais bonitas da região. Mar mais mexido e cenário de natureza preservada.
Dica do Renan: Chega-se pela costeira da Fortaleza, que também é a porta de entrada da Trilha das Sete Praias.
Canto pouco conhecido na região da Fortaleza. Reservado e tranquilo.
ℹ️ Regras / pode variar: Ainda tenho pouca informação confiável dessa aqui — confirme o acesso na hora. Em breve completo com vídeo. 🤙
Praia reservada no circuito da Vermelha do Sul, junto com a Brava do Sul e o Amor Perfeito. Pouca gente, muita natureza.
Dica do Renan: Combina as quatro (Vermelha do Sul, Mocó, Amor Perfeito e Brava do Sul) num passeio só de cantos sossegados.
Canto escondido na mesma região da Vermelha do Sul. Nome bonito pra uma praia bem tranquila.
Dica do Renan: Faz parte do mesmo circuito do Mocó e da Brava do Sul — vai de calçado bom.
A "brava" da região sul: mar mais mexido e visual selvagem, vizinha do Doca e da Vermelha do Sul.
⚠️ Atenção: Mar mais agitado e acesso por trilha/costeira. Cuidado com a correnteza e vá de calçado adequado.
Praia reservada vizinha da Brava do Sul, no circuito de cantos selvagens do sul.
Dica do Renan: Junta com a Brava do Sul num passeio só. Leva tudo, que não tem estrutura.
Linda e pouco conhecida, no circuito sul. Águas cristalinas e natureza intacta, alcançada pela trilha a partir da Caçandoquinha.
Dica do Renan: Vai de tênis e leve — é trilha. O prêmio é uma praia quase só sua, com água transparente.
Um dos lugares mais difíceis de chegar em Ubatuba — e por isso um dos mais intocados. Fica na travessia da Caçandoca até a Tabatinga.
⚠️ Atenção: Praia bem afastada, trilha longa pela mata. Só encare com preparo, água de sobra e, de preferência, guia local.
Uma das praias mais isoladas e paradisíacas de Ubatuba, alcançada por trilha. No mesmo trecho ficam a Ponta Aguda, a Figueira, a Mansa e a Galhetas.
⚠️ Atenção: Região bem isolada e de acesso por trilha. Vá com preparo, água de sobra e, se puder, guia local.
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Ubatuba não é só mar. Tem cachoeira de tudo quanto é tipo — da fácil com criança à gigante de 200 metros. Segurança em primeiro lugar.

A mais visitada de Ubatuba. Tem três níveis: uma "massagem" natural, um escorregador de pedra e um poço grande com corda. Bem na beira da Rio-Santos.
Dica do Renan: Emenda com a Praia do Prumirim, que fica colada. Vai cedo pra pegar mais vazia.
⚠️ Atenção: As pedras são MUITO escorregadias e tem ponto fundo. Nunca entre com chuva forte (risco de cabeça d'água) e não estacione no acostamento da rodovia.
Pertinho do centro, subindo a serra. Queda d'água com poço (tem parte rasa e parte funda) e um escorregador numa pedra lisa.
Dica do Renan: Leva repelente. Uma trilha lateral leva a ruínas antigas, vale a espiada.
ℹ️ Regras / pode variar: Fica em propriedade particular e pode ter taxa de estacionamento — o valor varia, confirme na hora.

Fácil de chegar, logo no comecinho da Rio-Santos. É mais pra ver e pra praticar rapel do que pra banho.
⚠️ Atenção: Não tem bons poços pra nadar e tem trechos escorregadios. Vá mais pela paisagem.
Os cantos que ficaram fora desse passaporte. Só pra quem tem o carimbo.
Pacote com 10 lugares
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Corredeira com uma piscina natural rasa e um escorrega natural. Acesso super fácil, sem caminhada.
Dica do Renan: Das melhores pra ir com criança pequena, justamente por ser rasa e fácil. Fica na região do Sertão da Quina (sul).
Poço fundo e cristalino, com pedra pra quem curte um salto. Fica no Sertão da Quina, perto de Maranduba.
Dica do Renan: É daqui que parte a trilha pra Cachoeira da Água Branca, a gigante. Dá pra fazer as duas no mesmo dia (com guia).
A maior cachoeira de Ubatuba: uma queda em véu de noiva de quase 200 metros, das maiores do Brasil. Espetáculo de verdade.
ℹ️ Regras / pode variar: Está dentro de unidade de conservação e o acesso exige guia/monitor credenciado. Confirme agendamento e regras antes de ir.
No sertão do Ubatumirim (norte), com escorregadores e poços bonitos, numa região de cultura caiçara e agrofloresta de juçara.
ℹ️ Regras / pode variar: Região mais remota — recomendo ir com guia local que conhece o caminho e a comunidade.
Mais adentro do sertão do Ubatumirim. A estrada é ruim e costuma pedir um 4×4 pra chegar.
ℹ️ Regras / pode variar: Acesso complicado: vá com guia local e veículo apropriado. Confirme as condições antes.
Lá no extremo norte, com vários poços (alguns ótimos pra banho). A trilha sai da região do Camburi e passa pelo Quilombo do Cambury.
Dica do Renan: Junta com um dia na Praia do Camburi, que é o acesso. Respeita a comunidade do quilombo.
Fica na mesma região das Ruínas da Lagoinha, no sul. Bom programa pra juntar história + banho de cachoeira.
Dica do Renan: Combina com um dia na Praia da Lagoinha e as ruínas históricas ali do lado.
Cachoeira lá pros lados do norte, na região do Camburi. Cantinho de água doce no meio da mata pra refrescar.
Dica do Renan: Fica num trecho perto da Praia Brava do Camburi — bom pra emendar cachoeira + praia selvagem num dia só. Confere o acesso na hora, que pode variar.
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Da caminhada leve à travessia de aventureiro. Dentro dos parques, várias exigem guia — e isso é pra tua segurança.
Foto: Mírian Carolina Valente Ferreira · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsClássica do sul: cerca de 9 km passando por praias desertas uma atrás da outra (Oeste, Peres, Bonete e companhia). Bem sinalizada.
Dica do Renan: Resolve a logística antes: dá pra usar dois carros ou um táxi-boat pra voltar. Camping selvagem é proibido no caminho.
Sai do Saco da Ribeira e passa pela Ribeira, Flamengo e Sete Fontes. Boa pra juntar caminhada com banho de mar.
Dica do Renan: Programa redondo pra meio período: trilha + mergulho numa praia tranquila no fim.
No extremo sul, passa pela Tabatinga e pela região do Saco das Bananas, dentro de área de quilombo.
ℹ️ Regras / pode variar: Recomendo ir com guia local — além de segurança, é respeitar e valorizar a comunidade da região.
Os cantos que ficaram fora desse passaporte. Só pra quem tem o carimbo.
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Trilha curta e tranquila (cerca de 1,6 km) que termina em poços de água doce pra um banho. Sai da Casa da Farinha, no Sertão de Picinguaba.
ℹ️ Regras / pode variar: Fica no Núcleo Picinguaba (parque estadual): precisa de agendamento e tem taxa que pode variar. Confirme antes.
Diferentona: é um passeio de bote a remo pelo mangue do Rio Fazenda, ótimo pra observar fauna e a mata de pertinho.
ℹ️ Regras / pode variar: Atividade dentro do parque, com agendamento e monitor. Confirme funcionamento e valores (variam) com o Núcleo Picinguaba.
Cerca de 4,5 km por restinga e manguezal até a foz do Rio das Bicas. Plana e tranquila, boa pra quem quer natureza sem sofrer.
Dica do Renan: Leva repelente e água. Ótima pra observação de aves no caminho.
Trilha histórica e longa (cerca de 14 km só ida) que atravessa a Serra do Mar até o bairro do Corisco, já em Paraty. Coisa de aventureiro raiz.
ℹ️ Regras / pode variar: Guia credenciado é obrigatório e a trilha pode estar fechada ou encoberta. Não encare por conta própria — confirme com o parque.
Cerca de 3 km até uma praia deserta e selvagem. Pelo Engenho é mais direto; pela Fazenda entra no parque.
ℹ️ Regras / pode variar: Pelo lado da Praia da Fazenda exige monitor do Núcleo Picinguaba. Confirme as regras antes.
Uma das mais puxadas da região, subindo a mais de 1.100 m de altitude. Lá de cima a vista pega o litoral norte inteiro e o Vale do Paraíba.
ℹ️ Regras / pode variar: Exige bom preparo físico, agendamento e monitor. Confirme tudo com o parque antes de encarar.
Travessia pela mata ligando a região de Camburi a praias do lado de Paraty. Pra quem já tem experiência em trilha pesada.
ℹ️ Regras / pode variar: Passa por área de quilombo e mata fechada — vá com guia local e confirme as condições da trilha.
Nenhuma praia desse perfil nessa região. Tenta outro filtro 🤙
Os passeios de barco e as atrações que valem o dia. Lembra: valor e horário de barco mudam sempre — confirma na hora.
Foto: Rodrigo Missano · CC BY-SA 4.0 · Wikimedia CommonsA segunda maior ilha do litoral paulista, com sete praias, ruínas de um antigo presídio e uma piscina natural (Aquário Natural) ótima pra snorkel. História e natureza no mesmo passeio.
Dica do Renan: As praias do píer (Presídio e Sapateiro) são de tombo — o melhor banho é na praia do Engenho. E não alimente os quatis!
ℹ️ Regras / pode variar: É parque estadual: visitação controlada, costuma fechar uma vez por semana pra manutenção e tem limite diário de visitantes. Agende e confirme as regras atuais com a Fundação Florestal. Valor do barco e da taxa variam.
Foto: Fabiane Pereira · CC BY 4.0 · Wikimedia CommonsO cartão-postal de Ubatuba: água cor de esmeralda, transparente, point de snorkel e mergulho. Daquelas imagens que parecem Caribe.
Dica do Renan: A saída de Picinguaba é a mais em conta. Vá cedo e, se der, em dia de semana — lota rápido. Leva tudo e traz teu lixo de volta (a ilha é desabitada).
ℹ️ Regras / pode variar: O acesso é controlado por portaria da Fundação Florestal, com limite de visitantes e visitação por turnos. Confirme o limite e a regra vigente antes de ir, porque muda.
Paradisíaca, com água calma, rasa e cristalina — ótima pra família e pra um snorkel tranquilo. E costuma estar bem menos cheia que a Couves.
Dica do Renan: Travessia curtinha de barco. Boa alternativa pra quem quer ilha sem multidão.
ℹ️ Regras / pode variar: Valor e horário do barco variam — combine na hora com os barqueiros do Prumirim.
Teu nome escrito na areia, revelado pelo drone lá de cima. O vídeo vira esse carimbo.
Poucas datas por temporada · Edição Verão 2027 · 8 vagas
✓ Tu tá na lista. Te aviso primeiro.
Foto: MTur Destinos · Public domain · Wikimedia CommonsAtração coberta com cavalos-marinhos, moreias, tubarão-lixa e até um tanque de contato com estrela-do-mar. Diversão garantida pra criançada.
Dica do Renan: Guarda essa carta pra dia de chuva — é o programa perfeito quando o tempo fecha.
ℹ️ Regras / pode variar: Horário e ingresso variam ao longo do ano. Confira no site/canais oficiais antes de ir.
Foto: Lunna Campos · CC BY 2.0 · Wikimedia CommonsA primeira base do TAMAR montada numa área de alimentação de tartarugas no Brasil. Tem tanques, museu e a história da conservação das tartarugas marinhas. Educa e encanta.
Dica do Renan: De vez em quando rola soltura de tartaruga reabilitada — acompanha as redes sociais do projeto pra não perder.
ℹ️ Regras / pode variar: Horário e ingresso variam. Confirme nos canais oficiais antes da visita.
Pra quem mergulha (ou quer aprender), Ubatuba tem várias ilhas com boa visibilidade e vida marinha, como Ilha das Cabras, Ilha Vitória e Ilha do Mar Virado.
Dica do Renan: Procura uma operadora de mergulho local. Visibilidade e condição do mar mudam com o dia/estação — confirma na hora.
Ilhota paradisíaca bem na Praia do Ubatumirim, lá no norte. Pequena, charmosa, com aquela vibe de tesouro escondido.
Dica do Renan: Dá pra chegar a partir do Ubatumirim. Junta com um dia de família na praia, que é calma e tem espaço de sobra. Confere o acesso na hora (depende da maré e do mar).
Nenhuma praia desse perfil nessa região. Tenta outro filtro 🤙
O que eu falaria pra um amigo que vem me visitar. Bora?
O trânsito é o maior perrengue de quem vem de fora. Dá pra driblar:
Ubatuba chove MUITO — é colado na Serra do Mar. Saber disso muda sua viagem:
Mar de Ubatuba tem de tudo — calmo e bravo. Respeita:
Cachoeira é maravilha, mas tem regra de sobrevivência:
Boa parte de Ubatuba é parque de Mata Atlântica protegida. Pra continuar lindo:
Duas coisas que pegam o turista desprevenido:
Salva esses números. Tomara que você nunca precise:
Eu fotografo Ubatuba há anos e sei a luz, o horário e o canto certo de cada praia. Vem fazer um ensaio comigo e volta pra casa com foto pra emoldurar.
Quero meu ensaio →



Há mais de 6 anos eu vivo e fotografo Ubatuba todo dia. Fui montando esse mapa praia por praia: é o guia que eu queria ter tido quando cheguei aqui. Se ele te ajudou, me conta lá no Instagram. E se vier pra cá, me chama.
📷 @renanlife